BEM VINDOS AO CANTO DE ENCANTOS!

O GITAR (Grupo Interativo Teatral Artístico) é um grupo que se forma a cada trabalho novo, não é um grupo permanente de atores e atrizes profissionais, é através da sua idealizadora Dalva Santos, agora conhecida como Dalva do Teatro, um incentivador da arte de representar. A cada trabalho, adultos, jovens e crianças sem nenhuma ou pouca esperiência em artes cênicas são convidados a serem voluntários na construção de espetáculos, tem prioridade o convidado que sofre de algum problema de timidez e sente dificuldades em comunicar-se. Os convidados passam por exercícios de expressão corporal, treinamentos físicos, para assim habituarem-se à prática de expressar-se para o público, de forma que possam convencer a platéia sobre o sentimento dos personagens e sobre a mensagem a ser transmitida.

Enquanto houver jovens, adultos e crianças com vontade de encenar, de fazer teatro, e enquanto houver problemas sociais a serem solucionados O GITAR vai existir para inserir no eu humano o prazer de ser ator ou atriz e a conscientização de que vivemos melhor se insistentemente e incansavelmente buscarmos as soluções acertadas para os problemas de forma que essas soluções beneficiem a todas as pessoas de um convívio social comunitário, uma vida mais igualitária, mais justa e mais dígna.

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quinta-feira, 27 de maio de 2010

PEÇA TEATRAL "A NATUREZA É NOSSA VIDA"



Ainda no ano de 1997, escrevi a peça "A NATUREZA É NOSSA VIDA" foi também apresentada em vários pontos da cidade, inclusive em escolas, é uma peça que trata das questões da poluição do meio ambiente e do desmatamento. A primeira apresentação se deu no 5º Festival de Valores da Juventude, promovido pela Igreja São Raimundo do bairro Santos Dumont em Bacabal, no dia 25/10/1997.
A peça “A NATUREZA É NOSSA VIDA” iniciava-se com uma declamação, repleta de interrogações e reflexões feitas pelo defensor da natureza (o personagem principal) PEDRO:


Meus Deus! Quanta maldade!


Rio que dá vidas, que tem vidas!


Vida mata, vida morre!


Vida de outrora não mais é vida de agora!


Que desaforo! Quanta estupidez!


Pura insensatez! Falta de decoro!


...DES matar...DES matoooou!...DES mata...


E mata... e mata!


Oh má! Não entendes?


Maldito DES que mata e não morre!


DEZ que vale nada!


Gente que não tira a morte!


Dilui a sorte em águas doídas de tão poluídas!


Lágrimas futuras de bisnetos fedorentos,


sedentos de candura...da água da vida!


Sou eu um nada!...Um grão de areia, jogada nas tempestades do NÃO


De estúpidos insensíveis, visíveis na poluição...


do ar, da água... e do chão!


Ei bisnetos! Netos!... Filhinhos!


-Que tragédia! Coitadinhos!


O certo tá perto, não resistirão!


-Uma andorinha só não faz verão!


Se vocês, povo, não se educar...


Ninguém... ninguém vai ter salvação!


E o que me resta é chorar...


A Deus lamentar... a natureza em destruição.




OBSERVAÇÃO:

No final da apresentação, a peça era encerrada com todos os componentes do espetáculo teatralizando o seguinte jogral :

Malvados homens!


Não entendem que somos a própria vida?


Se nós morrermos, vocês homens também morrerão!


Nós somos a natureza! Nós somos a vida!


Merecemos respeito, zelo e cuidados!


Nós só oferecemos saúde, paz e tranquilidade!


SALVEM A NATUREZA!


SALVEM A VIDA!

(escritora Dalva Santos)






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