Ainda no ano de 1997, escrevi a peça "A NATUREZA É NOSSA VIDA" foi também apresentada em vários pontos da cidade, inclusive em escolas, é uma peça que trata das questões da poluição do meio ambiente e do desmatamento. A primeira apresentação se deu no 5º Festival de Valores da Juventude, promovido pela Igreja São Raimundo do bairro Santos Dumont em Bacabal, no dia 25/10/1997.
A peça “A NATUREZA É NOSSA VIDA” iniciava-se com uma declamação, repleta de interrogações e reflexões feitas pelo defensor da natureza (o personagem principal) PEDRO:
Meus Deus! Quanta maldade!
Rio que dá vidas, que tem vidas!
Vida mata, vida morre!
Vida de outrora não mais é vida de agora!
Que desaforo! Quanta estupidez!
Pura insensatez! Falta de decoro!
...DES matar...DES matoooou!...DES mata...
E mata... e mata!
Oh má! Não entendes?
Maldito DES que mata e não morre!
DEZ que vale nada!
Gente que não tira a morte!
Dilui a sorte em águas doídas de tão poluídas!
Lágrimas futuras de bisnetos fedorentos,
sedentos de candura...da água da vida!
Sou eu um nada!...Um grão de areia, jogada nas tempestades do NÃO
De estúpidos insensíveis, visíveis na poluição...
do ar, da água... e do chão!
Ei bisnetos! Netos!... Filhinhos!
-Que tragédia! Coitadinhos!
O certo tá perto, não resistirão!
-Uma andorinha só não faz verão!
Se vocês, povo, não se educar...
Ninguém... ninguém vai ter salvação!
E o que me resta é chorar...
A Deus lamentar... a natureza em destruição.
OBSERVAÇÃO:
No final da apresentação, a peça era encerrada com todos os componentes do espetáculo teatralizando o seguinte jogral :
Malvados homens!
Não entendem que somos a própria vida?
Se nós morrermos, vocês homens também morrerão!
Nós somos a natureza! Nós somos a vida!
Merecemos respeito, zelo e cuidados!
Nós só oferecemos saúde, paz e tranquilidade!
SALVEM A NATUREZA!
SALVEM A VIDA!
(escritora Dalva Santos)
Meus Deus! Quanta maldade!
Rio que dá vidas, que tem vidas!
Vida mata, vida morre!
Vida de outrora não mais é vida de agora!
Que desaforo! Quanta estupidez!
Pura insensatez! Falta de decoro!
...DES matar...DES matoooou!...DES mata...
E mata... e mata!
Oh má! Não entendes?
Maldito DES que mata e não morre!
DEZ que vale nada!
Gente que não tira a morte!
Dilui a sorte em águas doídas de tão poluídas!
Lágrimas futuras de bisnetos fedorentos,
sedentos de candura...da água da vida!
Sou eu um nada!...Um grão de areia, jogada nas tempestades do NÃO
De estúpidos insensíveis, visíveis na poluição...
do ar, da água... e do chão!
Ei bisnetos! Netos!... Filhinhos!
-Que tragédia! Coitadinhos!
O certo tá perto, não resistirão!
-Uma andorinha só não faz verão!
Se vocês, povo, não se educar...
Ninguém... ninguém vai ter salvação!
E o que me resta é chorar...
A Deus lamentar... a natureza em destruição.
OBSERVAÇÃO:
No final da apresentação, a peça era encerrada com todos os componentes do espetáculo teatralizando o seguinte jogral :
Malvados homens!
Não entendem que somos a própria vida?
Se nós morrermos, vocês homens também morrerão!
Nós somos a natureza! Nós somos a vida!
Merecemos respeito, zelo e cuidados!
Nós só oferecemos saúde, paz e tranquilidade!
SALVEM A NATUREZA!
SALVEM A VIDA!
(escritora Dalva Santos)


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